A solidão dói diante de sua anti-tese - os outros. Como um sussurro no ouvido, estar entre os outros, sopra o sopro final: s-o-l-i-d-ã-o. Só sabemos da dor de estar só, porque existem os outros. Extermino então, os outros.
Sou agora só. Minto. Não sou mais só, porque não compreendo mais a noção do que são os outros. Sou o que então? Não me reconheço.
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